Era Viva La Vida Or Death And All His Friends
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Coldplay resolveu experimentar coisas novas neste álbum que faz referência a vida, a guerra, a morte e se tornou um sucesso crítico e mundial. O álbum foi o mais vendido de 2008, garantindo o primeiro lugar nas paradas, inclusive na americana, pela segunda vez, já que X&Y também conseguiu este feito. Rendeu cinco singles: Violet Hill, o primeiro single que foi disponibilizado para download gratuito durante uma semana, Viva La Vida, que se tornou um hit, Lovers In Japan, Lost! e Strawberry Swing.

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A banda (e Phil Harvey!) em uma das sessões de gravação de Viva La Vida.

Coldplay no estúdio com Brian Eno, durante as gravações de Viva La Vida.

Após o lançamento do antecessor X&Y, surgiram boatos de que o Coldplay daria um intervalo de alguns anos. A Twisted Logic Tour passou pela América Latina no ano de 2007, mesmo ano em o lançamento do quarto álbum estava programado. Com um pequeno atraso, a banda trabalhou no Viva La Vida até ele ser anunciado no primeiro semestre de 2008. A arte da capa é uma pintura feita por Eugène Delacroix, intitulada A Liberdade Guiando o Povo, e o nome do álbum foi inspirado por uma pintura da mexicana Frida Kahlo.

Um EP, intitulado Prospekt’s March, foi anunciado em agosto com lançamento para novembro daquele ano. O lançamento é constituído por canções inéditas que não foram incluídas no Viva La Vida.

O grande ápice desta era foi quando a banda recebeu sete indicações no GRAMMY Awards 2009 e levaram três gramofones para a casa (Melhor Álbum de Rock, Canção do Ano e Gravação do Ano), sendo os mais indicados daquela noite, com sete categorias.

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Coldplay recebe o prêmio de Canção do Ano, por Viva La Vida, no GRAMMY 2009, uma das categorias mais importantes da premiação.