Furacão Harvey faz Coldplay adiar show no Texas
Furacão Harvey faz Coldplay adiar show no Texas

A Live Nation anunciou o adiamento há poucos minutos, mas ainda não deu mais informações sobre.

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Publicado em 25 de agosto de 2017 e atualizado pela última vez em 25 de agosto de 2017 às 14:21.

O furacão Harvey, que ganhou a atual denominação depois de se intensificar e evoluir de uma tempestade e vem atingindo os Estados Unidos com ventos de cerca de 169 km/h, chegará ao estado norte-americano do Texas nesta sexta-feira, causando incertezas sobre a realização do show que Coldplay havia marcado para hoje (25).

Ainda na noite de quinta-feira (24), a assessoria de imprensa do Estádio NRG soltou um comunicado dizendo que a apresentação estava marcada para prosseguir. “Estamos acompanhando a tempestade e alertaremos os espectadores em caso de alguma mudança”, explicaram. A banda informou estar “em constante comunicação com as autoridades locais” e que estariam “prontos para tocar se estiver tudo certo, mas igualmente prontos para cancelar se causar algum perigo aos fãs”.

Ao meio-dia de hoje (25), pelo horário local de Houston (14h pelo horário de Brasília), a Live Nation informou o adiamento do show. “Os portadores de ingressos serão atualizados quando tivermos mais informações”, dizia o comunicado. “Pedimos que todos os fãs permaneçam em locais seguros”, concluiu a empresa. Pouco depois, Coldplay também expressou-se sobre o ocorrido, por meio de seus perfis nas redes sociais.

“Olá a todos em Houston. Nós realmente queríamos tocar na noite de hoje, mas sentando aqui, todos juntos, assistindo às notícias sobre a tempestade, sentimos que não podemos colocar a segurança de ninguém em risco. Então, infelizmente, teremos que adiar. Daremos mais detalhes sobre o adiamento/reembolso assim que pudermos. Sentimos muito pelas inconveniências que isso irá causar. Fique seguro e vemos vocês em breve. Com amor, Coldplay”

De acordo com o NHC, Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, Harvey, que se formou no dia 13 de agosto sobre as águas quentes do Atlântico Norte, região na qual costumam surgir as tempestades tropicais que atingem o país, já é dito como o furacão mais destrutivo desde 2005, quando Wilma passou pelo estado da Flórida e matou 35 pessoas e deixou prejuízos estimados em 20 bilhões de dólares.

Colaborou: G1; Terra
Imagem do cabeçalho: NOAA/Handout
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Por Marcelo Monteiro
Aspirante a jornalista que ama música mas também sonha em ser publicitário. Como você pode ter percebido, sou libriano.